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O Fórum Econômico Mundial enfrenta críticas por convidar o ministro das Relações Exteriores do Irã em meio a alegações de uma repressão mortal aos manifestantes.
O Fórum Econômico Mundial está enfrentando uma reação por convidar o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, para sua cúpula de Davos em 2026, apesar das alegações de que o governo do Irã realizou uma repressão violenta contra os manifestantes em janeiro, resultando em milhares de mortes de civis.
O grupo de direitos humanos Unidos Contra o Irã Nuclear (UANI) pediu ao Fórum Econômico Mundial que exclua as autoridades iranianas, citando relatos de um massacre em grande escala e os laços de Araghchi com o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, que supostamente autorizou a força letal.
A liderança do Irã reconheceu um alto número de mortos, e várias organizações documentaram baixas generalizadas.
O Fórum não comentou a controvérsia, que provocou debate global sobre os padrões de inclusão do fórum e seu papel no fornecimento de uma plataforma para funcionários ligados a violações graves dos direitos humanos.
The World Economic Forum faces criticism for inviting Iran’s foreign minister amid allegations of a deadly crackdown on protesters.