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As execuções globais aumentaram em 2025, lideradas pelo Irã e pela Arábia Saudita, enquanto os EUA tiveram seu maior número em 16 anos, o que levou as Nações Unidas a pedir a abolição.
Em 2025, as execuções globais aumentaram acentuadamente, com o Irã liderando o aumento, realizando pelo menos 1.500 execuções – muitas por crimes relacionados a drogas que não envolvem assassinatos intencionais – de acordo com a ONU, que chamou o surto de uma ferramenta de intimidação do Estado.
A Arábia Saudita executou 356 pessoas, 78% por crimes de drogas, incluindo indivíduos condenados quando crianças.
Os EUA realizaram 47 execuções, o maior número em 16 anos, usando asfixia por gás, levantando preocupações com tortura.
As execuções públicas ocorreram no Afeganistão e na Somália, enquanto a Bielorrússia expandiu as ofensas capitais.
Israel enfrentou críticas por propostas de penas de morte obrigatórias para os palestinos.
Apesar de uma tendência global para a abolição, algumas nações avançaram na reforma: o Zimbábue encerrou a pena de morte por crimes comuns, o Quênia começou uma revisão, a Malásia reduziu o número de corredor da morte em mais de 1.000 e o Quirguistão reafirmou sua proibição.
A ONU pediu a todos os países que interrompam as execuções e se movam em direção à abolição.
Global executions rose in 2025, led by Iran and Saudi Arabia, while the U.S. saw its highest tally in 16 years, prompting UN calls for abolition.