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Líderes latino-americanos, pressionados pela retórica de Trump e pelo sucesso anti-gang de Bukele, estão adotando medidas de emergência em meio à crescente violência e às preocupações com os direitos humanos.
Líderes progressistas latino-americanos estão sob crescente pressão para adotar medidas mais rigorosas de combate ao crime, influenciadas pela retórica linha-dura do presidente dos EUA, Donald Trump, e pela repressão anti-gang bem-sucedida do presidente de El Salvador, Nayib Bukele.
Trump rotulou várias gangues latino-americanas como organizações terroristas estrangeiras e elogiou o modelo de Bukele, levando líderes na Guatemala, Equador, Honduras e Costa Rica a responderem com os estados de emergência e reformas prisionais.
Em janeiro de 2026, o presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo, declarou estado de emergência de 30 dias após um ataque de gangues que matou 10 policiais, suspendendo os direitos constitucionais e espelhando as táticas de Bukele em 2022.
Embora a abordagem de Bukele tenha reduzido os homicídios de 6.656 em 2015 para 82 em 2025, atraiu preocupações com os direitos humanos.
Apesar das mudanças regionais em direção a políticas punitivas, muitos líderes permanecem cautelosos sobre a replicação das medidas extremas de Bukele, equilibrando a demanda pública por segurança com princípios democráticos.
Latin American leaders, pressured by Trump’s rhetoric and Bukele’s anti-gang success, are adopting emergency measures amid rising violence and human rights concerns.