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Nova York abandona mandato de cobertura de aborto para grupos religiosos após as regras da Suprema Corte que violam a liberdade religiosa.
Nova York abandonou seu esforço para exigir que organizações religiosas, incluindo freiras católicas e organizações sem fins lucrativos baseadas na fé, financiem abortos por meio de seguro de saúde, após uma série de decisões do Supremo Tribunal que reforçaram as proteções à liberdade religiosa.
O mandato do estado, inicialmente promulgado em 2017 e ampliado em 2022, exigia cobertura mesmo para abortos não-médicos necessários, com isenções estreitas que excluíam grupos que serviam pessoas de todas as crenças.
Grupos religiosos desafiaram a política, argumentando que ela violava seus direitos da Primeira Emenda.
A Suprema Corte, em decisões como Fulton v. Cidade da Filadélfia e Catholic Charities v. Wisconsin, afirmou que os governos não podem obrigar as instituições religiosas a financiar serviços conflitantes com suas crenças.
Depois que o Tribunal ordenou que Nova York reconsiderasse, o Estado resolveu o caso, encerrando o mandato e permitindo que organizações religiosas servissem ao público sem violar suas convicções religiosas.
New York drops abortion coverage mandate for religious groups after Supreme Court rules it violates religious freedom.