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A Escócia defende as colocações de prisões transgênero, citando direitos humanos e segurança, antes de uma decisão judicial.
O governo escocês argumenta que uma regra geral que aloja prisioneiros transgêneros por sexo de nascimento pode violar os direitos humanos, alertando que pode aumentar os riscos de suicídio para os presos vulneráveis.
Em documentos legais antes de uma audiência judicial de fevereiro, a organização sustenta que avaliações individualizadas – considerando saúde mental e segurança – justificam a colocação de algumas pessoas transgênero em instalações que correspondam à sua identidade de gênero, uma prática que, segundo ela, tem sido rara e operacionalmente problemática desde 2006.
A posição segue uma decisão da Suprema Corte de 2025 que define “mulher” como biologicamente feminina sob a Lei de Igualdade, que Para Mulheres, a Escócia está usando para desafiar a política atual da Escócia.
O governo afirma que sua orientação continua legal e consistente com as obrigações de direitos humanos, citando padrões internacionais e a necessidade de evitar danos, enquanto críticos, incluindo a porta-voz conservadora escocesa Tess White, acusam-na de minar o sexo biológico e colocar em perigo as mulheres, fazendo referência ao caso Isla Bryson.
Scotland defends transgender prison placements, citing human rights and safety, ahead of a court ruling.