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Ghislaine Maxwell, na prisão por tráfico relacionado a Epstein, aparecerá virtualmente perante o Congresso em 9 de fevereiro de 2026, mas não testemunhará devido aos direitos da Quinta Emenda.
Ghislaine Maxwell, que cumpre uma pena de 20 anos por tráfico sexual ligado a Jeffrey Epstein, deve comparecer virtualmente perante o Comitê de Supervisão da Câmara em 9 de fevereiro de 2026, embora seus advogados digam que ela invocará seu direito da Quinta Emenda e não testemunhará.
O comitê, liderado pelo presidente James Comer, insiste que a deposição é necessária para a prestação de contas, apesar da recusa esperada.
A equipe jurídica de Maxwell chama a audiência de "teatro político", pedindo um adiamento até que sua petição pendente de habeas seja resolvida, e diz que ela só testemunharia abertamente se fosse concedida clemência.
O comitê também apresentou acusações de desprezo contra o ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, que se recusou a comparecer, mas enviou declarações escritas.
A investigação continua em meio a críticas sobre a divulgação atrasada de documentos relacionados a Epstein, com apenas um número limitado tornado público.
O recurso da Suprema Corte de Maxwell foi negado em outubro.
Ghislaine Maxwell, in prison for Epstein-related trafficking, will appear virtually before Congress on Feb. 9, 2026, but won’t testify due to Fifth Amendment rights.