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Um novo estudo mostra que proteínas projetadas podem mudar o brilho com campos magnéticos, permitindo imagens e controle de células não invasivas.
Um novo estudo publicado na Nature em 21 de janeiro de 2026 revela que proteínas fluorescentes projetadas, incluindo MagLOV, podem mudar o brilho em resposta a campos magnéticos devido a efeitos quânticos, permitindo o controle não invasivo e a imagem de células usando ímãs e ondas de rádio.
Pesquisadores da Universidade de Oxford e do Biohub Chan Zuckerberg usaram a evolução direcionada para desenvolver essas proteínas magneto-sensíveis, que respondem a campos leves e magnéticos, oferecendo potencial para rastreamento em tempo real de processos biológicos em tecidos vivos.
O avanço, inspirado na navegação de aves e baseado em uma proteína da aveia, pode levar a novas ferramentas biomédicas para monitoramento de doenças e terapias direcionadas.
A new study shows engineered proteins can change brightness with magnetic fields, enabling non-invasive cell imaging and control.