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Trinidad e Tobago propõe zonas temporárias com poderes sem mandado para combater o crime, provocando debate sobre direitos civis e supervisão.
O governo de Trinidad e Tobago está pressionando um projeto de lei para formalizar Zonas de Operação Especial (ZOSOs) temporárias em áreas de alto crime, permitindo buscas e prisões sem mandado sob condições específicas.
O ministro da Defesa Wayne Sturge defendeu a medida, chamando-a de uma resposta necessária e limitada ao crime violento, citando sucessos passados em áreas como Laventille e Chaguanas.
Ele enfatizou que as zonas não excederiam cinco anos e visariam líderes de gangues e tráfico de armas, não cidadãos comuns.
Os críticos, incluindo a Associação de Direito e a senadora Dra. Marlene Attzs, alertaram sobre estigmatização a longo prazo, padrões legais vagos e o risco de excesso de alcance, pedindo salvaguardas mais fortes, transparência e desenvolvimento comunitário.
O projeto de lei permanece em debate, com pedidos de supervisão judicial, câmeras desgastadas pelo corpo e critérios claros para declarações de zona.
Trinidad and Tobago proposes temporary zones with warrantless powers to combat crime, sparking debate over civil rights and oversight.