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A nova lei de julgamento de estupro da Irlanda força os sobreviventes a comparecer a audiências de divulgação, provocando reações sobre trauma e preocupações com a privacidade.
A proposta de mudança de lei da Irlanda que exige uma audiência de divulgação antes que as notas de aconselhamento possam ser usadas em julgamentos de estupro está atraindo críticas de sobreviventes e profissionais de saúde mental, que a chamam de insuficiente e retraumatizante.
A emenda ao projeto de lei de 2025 remove a opção de os queixosos renunciarem às audiências, forçando os sobreviventes a um processo potencialmente traumático.
Sobreviventes como Paula Doyle dizem que entregar notas sob pressão levou a sérios danos emocionais, incluindo automutilação.
Os defensores argumentam que a mudança prejudica a autonomia e a privacidade, com alguns citando a experiência do Canadá, onde regras semelhantes aumentaram os pedidos de defesa.
Enquanto o ministro da Justiça Jim O’Callaghan reconhece que o sistema atual é falho e uma proibição completa é constitucionalmente impraticável, ele planeja expandir as proteções, tornando a não divulgação o padrão para registros sensíveis, como arquivos médicos e de proteção infantil.
Ireland’s new rape trial law forces survivors to attend disclosure hearings, sparking backlash over trauma and privacy concerns.