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Um estudo descobriu que as redes sísmicas podem detectar estrondos sonoros de detritos espaciais, melhorando a precisão do rastreamento de reentrada.
Um novo estudo demonstra que as redes de monitoramento de terremotos podem detectar estrondos sônicos de detritos espaciais em queda, melhorando a precisão de rastreamento durante a reentrada atmosférica.
Os pesquisadores usaram dados sísmicos de mais de 120 estações para mapear a descida de 2024 de um módulo chinês de 1,5 tonelada sobre o sul da Califórnia, localizando-o quase 20 milhas mais ao sul do que o previsto pelo radar.
O método, publicado na revista Science, poderia ajudar a identificar zonas de queda de detritos mais rapidamente, especialmente à medida que o número de satélites aumenta como resultado de projetos como o Starlink da SpaceX.
Embora nenhum detritos tenha sido descoberto, a técnica fornece uma maneira mais rápida de rastrear reentradas descontroladas e pode ajudar com futuros esforços de desorbitação, como a disposição planejada da NASA da Estação Espacial Internacional.
Os cientistas esperam criar um banco de dados de reentradas sismicamente rastreadas e refinar modelos usando dados de vento, mas é necessária uma análise mais rápida para acompanhar o aumento do congestionamento orbital.
A study finds seismic networks can detect space debris sonic booms, improving reentry tracking accuracy.