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A administração Trump proíbe o uso de tecido fetal em pesquisas financiadas pelo NIH, citando alternativas éticas e valores pró-vida.
A administração Trump proibiu o uso de tecido fetal humano de abortos eletivos em toda a pesquisa financiada pelo NIH, expandindo as restrições de seu primeiro mandato e revertendo as políticas da era Biden.
A regra é eficaz imediatamente para novos projetos, mas não afeta as linhas celulares existentes derivadas de células fetais décadas atrás.
O NIH informou que apenas 77 desses projetos foram financiados em 2024, indicando um declínio a longo prazo.
Enquanto o tecido fetal tem sido historicamente usado em pesquisas sobre HIV, câncer e vacinas, a administração afirma que alternativas modernas, como organoides e chips de tecido, agora fornecem benefícios éticos e científicos.
O diretor do NIH, Jay Bhattacharya, afirmou que a agência solicitará feedback público sobre a redução da dependência de células-tronco embrionárias humanas.
A medida é consistente com os princípios pró-vida e vem em meio a um debate em curso sobre a importância do tecido fetal na pesquisa médica.
The Trump administration bans fetal tissue use in NIH-funded research, citing ethical alternatives and pro-life values.