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Uma australiana de 74 anos pode descobrir parentes há muito perdidos, o que a deixa com a crença de que ela foi a última sobrevivente de sua família sobrevivente do Holocausto.
Adriana Turk, uma mulher de 74 anos de Merimbula, NSW, está aguardando um telefonema que poderia revelar que ela tem parentes vivos, quebrando décadas de crença de que ela e seu falecido irmão Julian foram os últimos sobreviventes da família de seu pai, supostamente mortos no Holocausto.
Após a morte de Julian, ela sentiu um profundo isolamento, encontrando consolo em cuidar de um canguru resgatado.
A próxima chamada pode conectá-la com um descendente anteriormente desconhecido, oferecendo uma profunda reunião emocional e um renovado sentimento de pertencimento em meio à perda pessoal e à incerteza global.
An 74-year-old Australian woman may discover long-lost relatives, upending her belief she was the last survivor of her Holocaust-surviving family.