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A Airbus enfrenta atrasos na produção devido a tensões comerciais entre os EUA e a China, problemas de motores e recalls, pedindo controle de custos para a competitividade futura.
O CEO da Airbus, Guillaume Faury, alertou os funcionários sobre as interrupções relacionadas ao comércio, citando tensões e tarifas entre EUA e China que danificaram as cadeias de suprimentos, afetando particularmente a produção de jatos na China.
Apesar do alívio parcial das tarifas dos EUA, os atrasos na entrega do motor da Pratt & Whitney e da CFM continuam a afetar a produção.
Faury destacou a necessidade de um controle de custos mais rigoroso e disciplina operacional após um grande recall relacionado a software, elogiando o forte desempenho na Airbus Defence and Space e helicópteros.
Ele enfatizou que o crescimento lucrativo na década de 2020 é fundamental para se preparar para o lançamento da década de 2030 de um novo sucessor do A320, posicionando a Airbus para a competitividade a longo prazo.
Airbus faces production delays due to U.S.-China trade tensions, engine issues, and recalls, urging cost control for future competitiveness.