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Os agricultores uzbeques alegam que as apreensões forçadas de terras foram feitas para investidores chineses por meio de diretorias estaduais, apesar das negações oficiais.
Os agricultores na região de Andijon, no Uzbequistão, alegam que estão sendo coagidos por autoridades locais a entregar terras agrícolas alugadas, que são então sublocadas aos investidores chineses por meio de novas diretorias estaduais.
Apesar das alegações do governo de que todas as transferências são voluntárias e legais, e que a propriedade estrangeira é proibida, os agricultores relatam intimidação, visitas noturnas e aparições forçadas em escritórios.
Um agricultor, Zoirjon Gapparov, disse que foi pressionado a assinar sobre a terra que ele legalmente possuía, depois disse que tinha sido transferido para empresas chinesas.
Um decreto de 2025 criou diretorias estatais para gerenciar o arrendamento de terras, permitindo sublocação a investidores estrangeiros sem transferência direta de propriedade.
Enquanto as autoridades mantêm a conformidade com a lei, os agricultores permanecem céticos, citando o aumento do investimento chinês - mais de 4.800 empresas apoiadas pela China até o final de 2024 - e crescentes preocupações sobre os meios de subsistência e controle de terras agrícolas férteis.
Uzbek farmers allege forced land seizures to Chinese investors via state directorates, despite official denials.