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O educador de Gana nega pedidos para demitir o vice-chefe da GTEC, citando autoridade legal, enquanto a GATF exige a remoção do diretor-geral por falhas regulatórias.
Os apelos pela renúncia do Vice-Diretor-Geral do GTEC, Prof. Augustine Oclou, são infundados e juridicamente imprecisos, segundo o educador Mark Arthur, que esclareceu que, sob a Lei dos Órgãos Reguladores da Educação de Gana, de 2020, o Diretor-Geral detém autoridade executiva exclusiva.
O vice-diretor-geral, disse ele, age apenas sob delegação e não tem responsabilidade independente pelas ações da GTEC.
Arthur rejeitou as alegações que ligam o deputado a decisões institucionais como deturpações que minam a governança justa.
Separadamente, o Fórum de Governança, Responsabilidade e Transparência (GATF) pediu a remoção do diretor-geral da GTEC, Prof Ahmed Jinapor Abdulai, citando falhas regulatórias, supostos conflitos de interesse e inação no PhD não credenciado de Vera Graham Asante.
A GATF alega que a GTEC ignorou as queixas, apesar das evidências, levantando preocupações sobre a integridade acadêmica e a potencial captura regulatória.
Ghana’s educationist denies calls to fire GTEC’s deputy head, citing legal authority, while GATF demands removal of the director-general over regulatory failures.