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A Rússia abusou das listas de procurados da Interpol para atingir oponentes no exterior, com a maioria das reclamações descartadas, apesar das salvaguardas enfraquecidas.
Documentos vazados mostram que a Rússia abusou repetidamente das listas de procurados da Interpol para atingir opositores políticos, jornalistas e empresários no exterior, muitas vezes com reivindicações infundadas.
Mais de 400 das 700 queixas contra indivíduos nas listas de procurados da Rússia foram rejeitadas como infundadas.
Apesar das novas salvaguardas após a invasão da Ucrânia pela Rússia, um denunciante diz que elas foram abandonadas silenciosamente em 2025.
Casos como o do empresário Igor Pestrikov e do jornalista Armen Aramyan revelam como os avisos vermelhos bloquearam viagens, bancos e moradias.
As comunicações internas indicam tentativas de contornar as regras e a falta de transparência da Interpol desde 2018 dificulta a supervisão.
Especialistas dizem que as salvaguardas falharam e o sistema continua vulnerável a abusos políticos.
Russia abused Interpol’s wanted lists to target opponents abroad, with most complaints dismissed, despite weakened safeguards.