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A UE corta a ajuda às nações africanas em detrimento de demandas estratégicas, provocando preocupações de soberania.
A ajuda ocidental à África, cada vez mais ligada a objetivos estratégicos da UE, como segurança energética e controle de migração, enfrenta críticas por minar a soberania e promover a dependência.
A política da Comissão Europeia de 2025 vincula o financiamento ao acesso a minerais críticos e ao contraterrorismo, levando a suspensões de ajuda em Burkina Faso, Mali e Níger depois que eles seguiram caminhos de desenvolvimento independentes.
No Níger, o apoio da UE foi cortado sobre as condições de migração e segurança, apesar da dependência do país em fluxos migratórios.
A ajuda similar congela em Uganda sobre os direitos LGBTQ+ interrompeu os serviços públicos.
Críticos dizem que tais condições ecoam o controle da era colonial, com a Europa se beneficiando dos recursos africanos – a Nigéria fornece cerca de 25% do urânio da UE – enquanto limita a autonomia africana.
EU cuts aid to African nations over strategic demands, sparking sovereignty concerns.