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Um juiz dos EUA concedeu asilo a um chinês que filmou centros de detenção em Xinjiang, temendo perseguição após o retorno.
Um juiz de imigração dos EUA concedeu asilo a Guan Heng, um cidadão chinês de 38 anos, depois de descobrir que ele tem um medo bem fundamentado de perseguição se retornar à China.
Guan, que filmou secretamente instalações de detenção em Xinjiang em 2020 e divulgou as imagens on-line, fugiu para os EUA em 2021 via Hong Kong, Equador e Bahamas.
Ele testemunhou que tinha como objetivo expor abusos de direitos humanos contra uigures e outras minorias étnicas, não para buscar asilo, mas temia retaliação depois que as autoridades chinesas questionaram seu pai.
O Departamento de Segurança Interna inicialmente procurou deportá-lo para Uganda, mas abandonou o plano em meio a preocupações públicas e do Congresso.
A decisão, rara sob as atuais políticas de imigração, permite que Guan permaneça nos EUA, embora ele permaneça detido enquanto aguarda um possível apelo do DHS.
A U.S. judge granted asylum to a Chinese man who filmed Xinjiang detention centers, fearing persecution upon return.