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A Nova Zelândia rejeitou a adesão ao Conselho de Paz liderado por Trump, citando preocupações da Carta da ONU e estrutura pouco clara.
O primeiro-ministro Christopher Luxon anunciou em 30 de janeiro de 2026 que a Nova Zelândia decidiu não se juntar ao Conselho de Paz proposto pelo presidente Donald Trump.
O governo concluiu que a iniciativa, lançada em 22 de janeiro no Fórum Econômico Mundial em Davos, não cumpre a Carta da ONU e não tem clareza suficiente sobre sua estrutura e mandato.
O ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia, Winston Peters, enfatizou o compromisso da Nova Zelândia com o multilateralismo e as instituições internacionais existentes, afirmando que a estrutura atual do conselho não apoia os esforços da ONU.
A decisão reflete um ceticismo mais amplo entre as nações ocidentais, incluindo o Reino Unido, França e Canadá, sobre a função e a governança do conselho.
New Zealand rejected joining Trump’s U.S.-led Board of Peace, citing UN Charter concerns and unclear structure.