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Uma mulher com câncer terminal enfrentou mais de seis semanas de atrasos em sua reivindicação de seguro devido à papelada lenta de seu médico de família, causando sua angústia.
Uma mulher de 53 anos de Essex, Sonya Corris, enfrentou mais de seis semanas de atrasos em sua reivindicação de seguro de doença terminal depois de ser diagnosticada com neuroblastoma.
Seu médico de família, Mayflower Medical Center, levou algum tempo para enviar a documentação médica necessária confirmando sua expectativa de vida de 12 meses ou menos, deixando-a emocionalmente e financeiramente angustiada.
Corris, uma dona de negócios e ex-membro do exército, disse que a falta de transparência e empatia do processo aumentou seu sofrimento.
O centro médico reconheceu o atraso, citando a necessidade de uma revisão cuidadosa dos registros, e confirmou que a papelada foi submetida.
Corris pediu reformas urgentes para melhorar o apoio aos pacientes que enfrentam alegações de fim de vida.
A woman with terminal cancer faced over six weeks of delays in her insurance claim due to slow paperwork from her GP, causing her distress.