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O julgamento do Novo México acusa Meta de permitir predadores infantis através de suas plataformas, citando danos e inação algorítmica.
Um julgamento histórico no Novo México é o primeiro caso estadual autônomo contra a Meta, alegando que suas plataformas permitiram que predadores atacassem menores por meio de amplificação algorítmica de conteúdo prejudicial.
Usando contas falsas que se passavam como crianças, os investigadores documentaram solicitações, alegando que Meta não agiu apesar de saber dos riscos.
O caso, baseado em leis de proteção ao consumidor e incômodo, poderia estabelecer um precedente para processos semelhantes.
As declarações de abertura estão marcadas para 9 de fevereiro, com o julgamento previsto para durar quase dois meses.
Meta nega as alegações, chamando a acusação de sensacionalista, e diz que implementou medidas de segurança.
Mark Zuckerberg foi deposto, mas removido como réu.
O resultado pode influenciar litígios em curso, incluindo um caso relacionado na Califórnia.
New Mexico’s landmark trial accuses Meta of enabling child predators via its platforms, citing algorithmic harm and inaction.