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Dakota do Sul compartilhou dados de eleitores com o DOJ, seguindo uma diretiva da era Trump, provocando debate sobre integridade e privacidade eleitoral.
Dakota do Sul cumpriu uma diretiva da administração Trump ao compartilhar seus rolos de eleitores com o Departamento de Justiça dos EUA, fornecendo nomes, datas de nascimento e identificadores emitidos pelo governo.
A secretária de Estado do estado, Monae Johnson, disse que todos os eleitores registrados atendem aos requisitos de elegibilidade e que nenhuma remoção é esperada.
A medida segue ações semelhantes de mais de 10 estados, enquanto outros enfrentam desafios legais.
O Comitê Nacional Democrata alertou que alguns eleitores podem ser removidos erroneamente antes de corrigir erros.
O impulso federal, justificado como uma medida para evitar a votação ilegal, provocou debate nacional sobre integridade eleitoral, privacidade de dados e autoridade estadual versus federal.
South Dakota shared voter data with the DOJ, following a Trump-era directive, sparking debate over election integrity and privacy.