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O sultão Abdullah reafirmou que o poder de perdão real é um dever constitucional que garante justiça, não um favor político.
O Sultão Abdullah de Pahang afirmou que o poder de perdão real sob o Artigo 42 da Constituição Federal é um dever constitucional formal, não discricionário, não um favor político ou ato de simpatia pessoal.
Ele enfatizou que serve como um mecanismo de revisão final para garantir justiça e justiça, com decisões tomadas pelo conselho de perdões seguindo procedimentos legais.
O perdão não apaga condenações nem mina o Estado de direito.
Em 2024, o ex-primeiro-ministro Najib Razak recebeu uma sentença reduzida e multa, embora um Tribunal Superior negou seu pedido de prisão domiciliar, citando a falta de um decreto suplementar.
O casal real também apoiou as vítimas de inundação em Kuantan e ajudou uma vítima de acidente, ressaltando seu papel de serviço público.
Sultan Abdullah reaffirmed the royal pardon power is a constitutional duty ensuring justice, not a political favor.