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Um júri da Virgínia está decidindo se o ex-agente do IRS Brendan Banfield conspirou para assassinar sua esposa e enquadrar outro homem, com base em evidências, incluindo um pedido de culpa de sua au pair brasileira e traços digitais.
Um júri da Virgínia está deliberando o destino de Brendan Banfield, um ex-oficial do IRS acusado de conspirar com sua au pair brasileira, Juliana Magalhães, para assassinar sua esposa, Christine, e enquadrar o estranho Joseph Ryan em 2023.
Os promotores alegam que Banfield orquestrou os assassinatos usando contas online falsas para atrair Ryan, e então encenaram a cena, citando o testemunho e a confissão de culpa de Magalhães, evidências digitais e sangue encontrado na mão de Ryan.
Banfield, que testemunhou em sua defesa, nega as alegações, chamando a teoria da acusação de implausível e desafiando a credibilidade de Magalhães, citando inconsistências e uma carta sugerindo que ela buscou pagamento por sua história.
O júri deve decidir sobre assassinatos agravados, armas de fogo e acusações de abuso infantil, com uma possível sentença de prisão perpétua sem liberdade condicional se condenado.
O veredicto permanece pendente a partir de 2 de fevereiro de 2026.
A Virginia jury is deciding whether former IRS agent Brendan Banfield conspired to murder his wife and frame another man, based on evidence including a guilty plea from his Brazilian au pair and digital traces.