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Em 2026, o professor John Mearsheimer lutou para remover vídeos deepfake gerados pela IA falsamente implicando-o em comentários geopolíticos inflamatórios, expondo falhas no sistema de remoção lenta do YouTube.
Em 2026, o professor da Universidade de Chicago John Mearsheimer passou meses lutando para remover centenas de vídeos de deepfake gerados pela IA de si mesmo do YouTube, onde clipes fabricados falsamente o retratavam fazendo comentários inflamatórios sobre a geopolítica relacionada aos EUA-China e Japão.
Seu escritório identificou 43 canais espalhando as falsificações, muitos usando pequenas alterações de nome como "Jhon" para evitar a detecção, e apresentou pedidos individuais de remoção, apenas para enfrentar um sistema lento e ineficiente que requer conteúdo identificável em títulos ou descrições.
Apesar de encerrar 41 canais após atrasos significativos, os deepfakes ganharam força, destacando os desafios do combate à desinformação impulsionada pela IA.
Mearsheimer e o economista Jeffrey Sachs, também alvo, estão agora lançando canais oficiais para combater a desinformação, já que especialistas alertam que os sistemas atuais de remoção de lixo colocam um fardo indevido para as vítimas e exigem que a segurança seja incorporada às plataformas por design.
In 2026, professor John Mearsheimer fought to remove AI-generated deepfake videos falsely implicating him in inflammatory geopolitical remarks, exposing flaws in YouTube’s slow takedown system.