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A primeira-dama Melania Trump enfrentou reação em 4 de fevereiro de 2026, por promover seu controverso documentário durante um evento da Casa Branca em homenagem a reféns libertados.
A primeira-dama Melania Trump atraiu críticas em 4 de fevereiro de 2026, por fazer referência ao seu documentário recém-lançado, Melania, durante um evento na Casa Branca em homenagem à libertação dos reféns israelenses-americanos Keith e Aviva Siegel.
Embora ela tenha negado o uso do encontro oficial para promoção, ela destacou imagens do filme, incluindo uma reunião de 2025 com Aviva Siegel, que foi destaque no filme.
O documentário, produzido pela Amazon com um investimento de US$ 75 milhões, abriu para US$ 7,1 milhões no mercado interno, mas recebeu críticas duras e foi retirado de alguns cinemas após reação pública.
O incidente provocou debate sobre o uso de recursos do governo para projetos pessoais, particularmente em meio ao escrutínio dos laços do filme com os associados de Jeffrey Epstein e sua baixa recepção crítica.
First Lady Melania Trump faced backlash on Feb. 4, 2026, for promoting her controversial documentary during a White House event honoring released hostages.