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O PM2.5 do fumo de fogo selvagem causa cerca de 24.100 mortes anuais nos EUA, ligadas à mudança climática e à falta de regulamentação federal.
Um novo estudo publicado na Science Advances liga a exposição crônica ao material particulado fino do fumo de incêndio (PM2.5) a uma média de 24.100 mortes por ano nos 48 estados mais baixos dos EUA de 2006 a 2020.
Para cada aumento de 0,1 microgramas por metro cúbico em PM2,5 de incêndios florestais, cerca de 5.594 mortes adicionais ocorreram a cada ano, com os impactos mais fortes na saúde ligados a condições neurológicas.
O estudo destaca os crescentes riscos à saúde pública devido às mudanças climáticas, incêndios florestais mais frequentes e desenvolvimento em áreas propensas a incêndios.
Enquanto dados e controles de nível de condado para outras causas foram usados, as limitações incluem distribuição desigual de fumaça e falta de dados sobre o tabagismo.
Especialistas enfatizam a necessidade de uma regulamentação federal mais forte de PM2.5 relacionada a incêndios florestais, que atualmente está fora da supervisão da EPA.
Wildfire smoke's PM2.5 causes about 24,100 U.S. deaths yearly, linked to climate change and lack of federal regulation.