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Autoridades dos EUA ajudaram um fuzileiro naval a adotar uma menina afegã durante a retirada de 2021, ignorando salvaguardas legais e provocando controvérsia sobre o tráfico de crianças e a responsabilidade do governo.
Documentos federais revelam que autoridades dos EUA, apesar de se oporem à adoção, ajudaram o major da Marinha Joshua Mast e sua esposa a adotar uma menina afegã órfã em 2019, usando uma ordem judicial da Virgínia para removê-la durante a retirada de 2021.
O tribunal, citando a criança como "sem Estado", ignorou as salvaguardas legais e ignorou os esforços em curso dos EUA e do Afeganistão para reuni-la com a família.
As agências federais dizem que nunca foram informadas e que a adoção violou as normas internacionais, levantando preocupações sobre o tráfico de crianças e a credibilidade dos EUA.
Um juiz admitiu mais tarde falhas processuais e lamentou a decisão.
O caso expôs profundas inconsistências do governo, com alguns funcionários ajudando os Masts, enquanto outros se opuseram à medida.
A criança permanece com a família, e o caso permanece sem solução na mais alta corte da Virgínia.
U.S. officials helped a Marine adopt an Afghan girl during the 2021 withdrawal, bypassing legal safeguards and sparking controversy over child trafficking and government accountability.