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Estudo israelense mostra que a flexibilidade e o setor de trabalho, não a preguiça, levam a licença médica, com média de 7,6 dias.
Um estudo israelense de 2025 descobriu que o uso de licenças por doença é mais impulsionado pelo tipo de trabalho e flexibilidade do que pela falta de compromisso, com trabalhadores com média de 7,6 dias – perto da média da OCDE.
O absenteísmo cai antes e depois das férias e aumenta gradualmente ao longo da semana, não aos domingos.
A Geração Z levou menos dias, e aqueles sem filhos pequenos usaram mais licença do que os pais.
O alto absenteísmo ocorreu no setor público, bancário e em funções de cuidado aos idosos.
O trabalho flexível reduziu as ausências, mas levantou preocupações sobre os funcionários que trabalham enquanto estão doentes, potencialmente prejudicando a saúde e a produtividade.
Israeli study shows job flexibility and sector, not laziness, drive sick leave, with average 7.6 days.