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Grupos jihadistas na África Ocidental estão cada vez mais usando drones modificados e contrabandeados para lançar ataques mortais em Mali, Burkina Faso, Nigéria e Níger desde 2023.
Grupos jihadistas na África Ocidental, incluindo a Al-Qaeda e afiliadas do Estado Islâmico, estão usando cada vez mais drones de baixo custo e comercialmente disponíveis para realizar ataques, marcando uma grande mudança em suas táticas.
Desde 2023, o JNIM realizou pelo menos 69 ataques de drones no Mali e Burkina Faso, enquanto as afiliadas do Estado Islâmico lançaram cerca de 20 ataques, principalmente na Nigéria e no Níger.
Ataques recentes incluem ataques coordenados a uma base militar nigeriana e ao aeroporto de Niamey, matando soldados e militantes.
Os drones, muitas vezes modificados com explosivos e, por vezes, equipados com tecnologia de visão em primeira pessoa, permitem a vigilância e ataques de precisão com menor risco.
Apesar das restrições de importação de drones da Nigéria, os extremistas obtêm dispositivos através do contrabando.
A tendência reflete uma crescente capacidade de conduzir guerra aérea, levantando preocupações sobre a escalada da violência e vítimas civis.
Jihadist groups in West Africa are increasingly using smuggled, modified drones to launch deadly attacks across Mali, Burkina Faso, Nigeria, and Niger since 2023.