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Pinguins militares ucranianos – funcionários da base da Antártida que se juntaram à guerra – permanecem vitais para a defesa da Ucrânia, com alguns retornando à Antártida apesar dos ferimentos de combate.
Em 2026, os "pingins militares" da Ucrânia - cientistas e técnicos ucranianos que serviram na base de pesquisa antártica Vernadsky e mais tarde se juntaram aos militares - continuam a servir no esforço de guerra.
A base, adquirida pela Ucrânia em 1996, tornou-se um símbolo de resiliência, com 32 funcionários que trabalharam lá também lutando nas linhas de frente.
Yuriy Lyshenko, um eletricista a diesel que perdeu a perna em combate e sobreviveu a um ataque de mísseis, retornou à Antártida em 2025 devido à escassez de pessoal, exemplificando o vínculo duradouro entre o serviço polar e o serviço militar.
Ukrainian military penguins—Antarctic base staff who joined the war—remain vital to Ukraine’s defense, with some returning to Antarctica despite combat injuries.