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O comitê da Câmara investigou o suposto uso de organizações sem fins lucrativos dos EUA pelo empresário de tecnologia Neville Roy Singham para avançar narrativas do Partido Comunista Chinês, incluindo retórica pró-Hamas, levantando preocupações sobre influência estrangeira e status de isenção fiscal.
O Comitê de Maneiras e Meios da Câmara realizou uma audiência na terça-feira examinando as alegações de que o empreendedor de tecnologia Neville Roy Singham, que reside na China, opera uma rede de organizações sem fins lucrativos isentas de impostos dos EUA ligadas ao Partido Comunista Chinês.
O presidente do Comitê, Jason Smith, acusou Singham de usar grupos como BreakThrough News, Tricontinental e o Fórum do Povo para promover narrativas pró-CCP, incluindo a retórica pró-Hamas após 7 de outubro de 2023, e questionou seu status de isenção de impostos devido a laços com instituições ligadas ao governo estrangeiro e financiamento de fundações ligadas a Singham.
Smith exigiu documentos das organizações, que não responderam, e destacou preocupações sobre fluxos financeiros opacos e influência estrangeira na sociedade civil americana.
A investigação continua em curso.
The House committee investigated tech entrepreneur Neville Roy Singham's alleged use of U.S. nonprofits to advance Chinese Communist Party narratives, including pro-Hamas rhetoric, raising concerns about foreign influence and tax-exempt status.