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Os americanos são pessimistas sobre o mercado de trabalho, com o aumento do desemprego e dificuldades financeiras generalizadas sob Trump.
Os americanos estão cada vez mais pessimistas sobre o mercado de trabalho sob o presidente Trump, com 52% vendo-o como "ruim" em comparação com 33% que o veem como "bom", um declínio acentuado em relação ao início de seu segundo mandato.
Apesar de um relatório recente de empregos, a ansiedade econômica persiste, com 50% esperando que o desemprego suba, o maior desde a Grande Recessão.
O conselheiro da Casa Branca, Peter Navarro, afirma que o crescimento do emprego - em média 50.000 por mês - é devido a deportações em massa, reduzindo a concorrência trabalhista, chamando-o de um sinal de uma economia "estado estável".
No entanto, esta explicação carece de evidências, e a taxa de desemprego subiu para 4,6%, um máximo de quatro anos.
Muitos americanos relatam piora das condições financeiras, com lutas generalizadas para pagar os custos básicos, e o sentimento público permanece sombrio, apesar das reivindicações do governo.
Americans are pessimistic about the job market, with rising unemployment and widespread financial hardship under Trump.