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Federica Brignone, 35, ganhou ouro olímpico no super-G feminino, o primeiro ouro alpino da Itália em casa, em um retorno após uma lesão grave na perna.
Federica Brignone, da Itália, ganhou ouro no super-G feminino nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina de 2026, tornando-se a mais velha campeã olímpica no esqui alpino aos 35 anos.
Sua vitória, alcançada apenas 10 meses após uma lesão grave na perna que exigiu várias cirurgias, marcou um retorno dramático e o primeiro ouro alpino da Itália em solo doméstico.
Brignone registrou o tempo mais rápido de 1:23.41, terminando à frente de Romane Miradoli da França e Cornelia Huetter da Áustria, ambos ganhando suas primeiras medalhas olímpicas.
O curso difícil fez com que 17 dos 43 iniciantes não terminassem, incluindo os esquiadores Sofia Goggia e Ester Ledecka.
Brignone, que já havia conquistado três medalhas olímpicas, descreveu sua vitória como surreal e um testemunho de resiliência.
Federica Brignone, 35, won Olympic gold in women’s super-G, Italy’s first Alpine gold at home, in a comeback after a severe leg injury.