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Michael Eisner, ex-CEO da Disney, chamou o trabalho com Harvey Weinstein de a parte mais difícil de sua carreira, citando sua desonestidade e contratos quebrados, apesar dos sucessos cinematográficos de Weinstein.
O ex-CEO da Disney, Michael Eisner, 83, disse que trabalhar com o produtor Harvey Weinstein foi a parte mais difícil de sua carreira, chamando-o de desonesto, rude "porco" que quebrou contratos e mentiu constantemente, apesar de reconhecer o olho afiado de Weinstein para filmes independentes.
Eisner, que adquiriu a Miramax em 1993 por US$ 70 milhões, disse que não repetiria o acordo sabendo dos riscos, embora tenha produzido sucessos como Chicago e Gangues de Nova York.
Weinstein, que cumpriu uma sentença de 16 anos de prisão após uma condenação por estupro na Califórnia em 2022, também foi condenado em Nova York em 2020, embora isso tenha sido anulado; um novo julgamento em 2025 resultou em uma condenação e um júri suspenso em outra acusação.
Eisner, que deixou o cargo em 2005, também expressou ceticismo sobre a IA substituir a criatividade humana no cinema, dizendo que as máquinas não podem combinar originalidade ou profundidade emocional em histórias inovadoras.
Former Disney CEO Michael Eisner called working with Harvey Weinstein the hardest part of his career, citing his dishonesty and broken contracts despite Weinstein’s film successes.