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Um mês depois do furacão Maria, o ativista porto-riquenho Manuel Rodríguez Banchs culpou a lenta resposta do governo dos EUA ao colonialismo e à desigualdade, ligando a crise de Porto Rico à luta de Cuba sob sanções dos EUA.
Um mês depois que o furacão Maria atingiu Porto Rico em 2017, o ativista Manuel Rodríguez Banchs escreveu uma carta aberta criticando a resposta inadequada do governo dos EUA, ligando as consequências do desastre ao status colonial de Porto Rico e à desigualdade sistêmica.
Ele pediu um maior reconhecimento da luta da ilha pela autodeterminação e solidariedade com Cuba em meio a sanções dos EUA, enquadrando ambos como parte de um movimento anti-imperialista mais amplo.
A carta, publicada na revista socialista International Viewpoint, reflete preocupações contínuas sobre os impactos das políticas dos EUA sobre nações vulneráveis e destaca os esforços de esquerda globais para resistir ao autoritarismo e promover a justiça social.
A month after Hurricane Maria, Puerto Rican activist Manuel Rodríguez Banchs blamed the U.S. government’s slow response on colonialism and inequality, linking Puerto Rico’s crisis to Cuba’s struggle under U.S. sanctions.