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O chefe de relações exteriores da UE, Kallas, rejeitou as alegações dos EUA de "apagamento" europeu, enfatizando a resiliência da Europa e pressionando por uma maior autonomia de defesa em meio a tensões transatlânticas.
Na Conferência de Segurança de Munique, o chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, rejeitou as alegações dos EUA de que a Europa está passando por "apagamento civilizacional", chamando a narrativa de infundada e parte de um padrão mais amplo de "bashing europeu".
Ela enfatizou o apelo duradouro da Europa, citando o interesse global na adesão à UE e o compromisso do bloco com a democracia, os direitos humanos e a liberdade de imprensa.
Kallas enfatizou a necessidade de maior autonomia estratégica europeia, particularmente em defesa, em meio a preocupações com a confiabilidade dos EUA sob uma segunda administração potencial de Trump.
Embora reconhecendo diferenças transatlânticas sobre migração, comércio e segurança, ela afirmou a importância da aliança, pedindo cooperação baseada em valores compartilhados e compartilhamento de encargos.
Líderes europeus ecoaram apelos por rearmamento e apoio mais forte à Ucrânia, sinalizando um impulso para a independência na política externa e de defesa.
EU foreign chief Kallas dismissed U.S. claims of European "erasure," stressing Europe’s resilience and pushing for greater defense autonomy amid transatlantic tensions.