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Os empregadores do Reino Unido planejam reduzir a contratação devido a novas reformas trabalhistas, aumentando os custos e os encargos administrativos.
Uma pesquisa do Reino Unido revela que 37% dos empregadores planejam cortar a contratação permanente devido a novas reformas trabalhistas promulgadas pelo governo do primeiro-ministro Keir Starmer, que incluem o pagamento de um dia de doença, períodos de qualificação de demissão injusta mais curtos e direitos sindicais expandidos.
O Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD) relata que 74% dos empregadores esperam custos de emprego mais altos e 55% antecipam mais conflitos no local de trabalho, com a estimativa de custo de 1 bilhão do governo não contabilizando os encargos administrativos adicionais.
A CIPD insta o governo a reconsiderar os impactos através da consulta e apoio às pequenas empresas, alertando para potenciais desacelerações na criação de empregos e aumentando a dependência de contratos temporários.
Enquanto isso, o prêmio salarial médio permanece em 3% para o sétimo trimestre.
UK employers plan hiring cuts due to new labour reforms raising costs and administrative burdens.