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Um importante relatório australiano revela racismo generalizado nas universidades, afetando estudantes e funcionários judeus, palestinos, indígenas, chineses, do Oriente Médio e africanos, com apelos para uma ação nacional urgente.
Um relatório histórico da Comissão de Direitos Humanos da Austrália revela o racismo generalizado e sistêmico em todas as universidades, com estudantes e funcionários judeus e palestinos desproporcionalmente afetados.
Mais de 76.000 entrevistados de 42 instituições relataram altas taxas de racismo, incluindo 90% dos participantes judeus e palestinos e mais de 80% de origens indígenas, chinesas, do Oriente Médio e africanas.
Os resultados mostram que o racismo afeta a saúde mental, o desempenho acadêmico e a segurança, com a maioria das vítimas não relatando incidentes devido à baixa confiança nas instituições.
O relatório pede ações urgentes, incluindo estruturas nacionais anti-racismo, relatórios aprimorados, metas de diversidade e medidas de responsabilidade.
O ministro da Educação, Jason Clare, disse que o governo está revisando recomendações e planos para elevar os padrões de conformidade.
A major Australian report reveals widespread racism in universities, affecting Jewish, Palestinian, Indigenous, Chinese, Middle Eastern, and African students and staff, with calls for urgent national action.