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A nova lei da Nova Zelândia enfraquece as proteções dos trabalhadores ao reclassificar os empregos como trabalho contratado, reduzindo o poder sindical e provocando uma reação à insegurança no trabalho.
A Nova Zelândia aprovou a Lei de Emenda de Relações de Emprego, provocando reação nacional por enfraquecer as proteções dos trabalhadores.
A lei introduz um novo teste de classificação que permite aos empregadores reclassificar os trabalhadores como contratados, retirando-os de direitos como salário mínimo, licença remunerada e acesso ao sindicato – minando efetivamente uma decisão do Supremo Tribunal de 2025 que concedeu status de funcionário aos motoristas da Uber.
Ele eleva o limite de renda para reivindicações injustas de demissão para NZ $ 200.000 e remove a regra de 30 dias para cobertura de acordo coletivo, reduzindo a influência sindical.
Os críticos, incluindo sindicatos e partidos da oposição, chamam isso de um grande golpe para os direitos trabalhistas, alertando que isso permite a insegurança no emprego, favorece grandes corporações e pode empurrar os trabalhadores para países com proteções mais fortes.
O governo diz que as reformas impulsionam o crescimento dos negócios e a flexibilidade.
New Zealand's new law weakens worker protections by reclassifying jobs as contract work, reducing union power, and sparking backlash over job insecurity.