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Um australiano de 34 anos se declarou culpado de incitar o ódio racial após um discurso neonazista em um comício em Sydney.
Um homem de 34 anos, Brandan Koschel, foi preso e se declarou culpado de incitar o ódio racial depois de proferir um discurso cheio de ódio de 40 segundos em um comício do Dia da Austrália em Sydney, onde promoveu visões neonazistas, chamou os judeus de "maior inimigo" e endossou a supremacia branca.
O discurso, feito durante o protesto de março pela Austrália, incluiu uma saudação ao estilo nazista e pede a libertação de um líder neonazista preso.
Os promotores chamaram o crime de grave, especialmente em meio a crescentes tensões sociais e recentes atos de violência, enquanto sua defesa argumentou que a acusação era subjetiva e destacou o assédio da família e a detenção pré-sentendimento de Koschel de 23 dias.
O caso ressalta os desafios legais e sociais ao abordar a retórica extremista.
A 34-year-old Australian man pleaded guilty to inciting racial hatred after a neo-Nazi speech at a Sydney rally.