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O líder trabalhista da Nova Zelândia acusou Winston Peters, da NZ First, de racismo depois que ele questionou a direita parlamentar do deputado Teanau Tuiono, devido à sua herança maori nas Ilhas Cook, provocando reação nacional.
Em 18 de fevereiro de 2026, o líder trabalhista da Nova Zelândia Chris Hipkins acusou Winston Peters, da NZ First, de “racismo puro” depois que Peters questionou o direito do deputado Teanau Tuiono de fazer uma pergunta parlamentar devido à sua herança maori nas Ilhas Cook, provocando reação nacional.
Tuiono, nascido na Nova Zelândia, tinha usado o nome Mori Aotearoa durante uma consulta sobre a ajuda climática do Pacífico.
Hipkins condenou a observação como racialmente carregada e parte de um padrão mais amplo de xenofobia visando as comunidades chinesas, indianas e pasifika, pedindo aos ministros nacionais que ajam.
O presidente da Câmara, Gerry Brownlee, decidiu que a questão “não é aceitável”, chamando-a de ataque pessoal.
Peters defendeu seus comentários como preocupações sobre identidade nacional, não raça, chamando a crítica de “absurdo”. O incidente intensificou o debate sobre inclusão, retórica política e identidade nacional na Nova Zelândia.
New Zealand's Labour leader accused NZ First’s Winston Peters of racism after he questioned Green MP Teanau Tuiono’s parliamentary right due to his Cook Islands Māori heritage, sparking national backlash.