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A Suprema Corte ouviu a alegação da ED de que a CM de Bengala Ocidental obstruiu uma investigação de fraude de carvão, com ela negando irregularidades e citando preparação para a eleição.
A Suprema Corte ouviu um apelo da Diretoria de Execução (ED) de 18 de fevereiro de 2026 alegando interferência da ministra-chefe de Bengala Ocidental, Mamata Banerjee, durante as incursões de 8 de janeiro na I-PAC e na residência de seu diretor, buscando FIRs contra ela e altos funcionários do estado.
Banerjee negou obstrução, afirmando que ela recuperou dados confidenciais do partido para as próximas eleições, alegando que as autoridades permitiram a remoção de dispositivos e arquivos.
A DE alega intimidação e obstrução em uma investigação de contrabando de carvão de 2.742, enquanto o estado nega o excesso de alcance e chama as incursões politicamente cronometradas.
O tribunal já havia permanecido FIRs estaduais contra oficiais de ED e ordenou a preservação de evidências.
O caso, adiado para 18 de março, levanta questões-chave sobre a jurisdição federal-estatal e a independência da agência de investigação.
The Supreme Court heard ED's claim that West Bengal's CM obstructed a coal scam probe, with her denying wrongdoing and citing election prep.