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O parlamento escocês aprova uma lei que exige que as escolas informem os alunos e considerem suas objeções quando os pais os retirarem da observância religiosa, alinhando-se com os padrões de direitos da criança da ONU.
O parlamento da Escócia aprovou um projeto de lei exigindo que as escolas informem os alunos quando um pai solicitar sua retirada da observância religiosa e considere as objeções do aluno, alinhando-se com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.
A lei esclarece que o direito de retirada se aplica apenas à observância religiosa, não à educação religiosa e moral, que permanece parte do currículo.
Embora o projeto de lei fortaleça os direitos das crianças e o envolvimento dos pais, os críticos argumentam que ainda nega a voz de estudantes não religiosos, já que apenas os pais podem iniciar a retirada.
A lei entra em vigor após o Assentimento Real, com novas orientações a serem desenvolvidas.
Scotland’s parliament passes law requiring schools to inform students and consider their objections when parents withdraw them from religious observance, aligning with UN child rights standards.