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Uma mulher usou um teste de DNA para provar que o filho de seu irmão falecido não era dele, levando à perda de custódia e consequências legais para a mãe.
Em 2026, uma mulher de 20 anos usou um teste de DNA para confirmar suspeitas de que o filho de seu falecido irmão não era biologicamente dele, depois de perceber inconsistências no comportamento e na linha do tempo da mãe.
A revelação, que surgiu após a morte de seu irmão, desencadeou uma batalha legal sobre custódia e apoio à criança, levando a mãe a perder os direitos dos pais e enfrentar possíveis penalidades legais.
O caso atraiu a atenção do público, com muitos apoiando a decisão da mulher de buscar a verdade, destacando as complexidades emocionais e legais das disputas de paternidade após a morte.
A woman used a DNA test to prove her late brother’s child wasn’t his, leading to loss of custody and legal consequences for the mother.