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As universidades da Nova Zelândia mostram progresso na contratação de professoras, mas lacunas significativas de gênero permanecem em pagamento, liderança e financiamento de pesquisa a partir do início de 2026.
Apesar de um aumento de professores do sexo feminino de 25% em 2019 para 34% em 2024, as universidades da Nova Zelândia ainda enfrentam lacunas persistentes de gênero em remuneração, liderança e financiamento de pesquisa.
No início de 2026, apenas três das oito universidades divulgaram dados de pagamento, mostrando diferenças salariais entre 14,1% e 20%, abaixo dos 25% em 2017.
Os homens permanecem super-representados em altos escalões de pagamento e papéis de liderança, incluindo vice-chancelers e chefes de divisão científica.
A licença parental, limitada a seis a 12 semanas de salário integral, pode dissuadir as mulheres de liderarem após a maternidade.
O financiamento da pesquisa para mulheres diminuiu acentuadamente, com os principais investigadores do Marsden Fund caindo de 47,8% para 34,2% entre 2024 e 2025, provavelmente devido a reformas do governo que favorecem a pesquisa economicamente focada.
As barreiras sistêmicas continuam a dificultar a equidade, apesar de alguns progressos.
New Zealand universities show progress in hiring women professors, but significant gender gaps remain in pay, leadership, and research funding as of early 2026.