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A reforma tributária de carbono da África do Sul em 2026 é fundamental para reduzir as emissões, evitar o bloqueio de infraestrutura caro e cumprir os compromissos climáticos globais.
O imposto sobre carbono da África do Sul, que deve entrar na Fase 2 em 2026, enfrenta crescentes pedidos de suspensão ou desistência, mas especialistas alertam que isso prejudicaria o progresso climático e a estabilidade econômica.
O projeto atual, que compensa a responsabilidade de carbono da Eskom com um prêmio de energia renovável, não consegue impulsionar cortes de emissões no setor de energia, mantendo o domínio do carvão.
Sem reforma – como a remoção do deslocamento e a integração de preços de carbono total nas propostas do mercado de eletricidade – os riscos fiscais travam em infraestrutura intensiva de carbono, aumentam os custos a longo prazo e expõem as exportações às tarifas globais de carbono, como o CBAM da UE.
Especialistas pedem que o imposto seja refinado para impulsionar investimentos limpos, apoiar a equidade e manter a credibilidade internacional, enfatizando que descartá-lo prejudicaria as metas climáticas, a transição energética e a saúde fiscal.
South Africa’s 2026 carbon tax reform is critical to cut emissions, avoid costly infrastructure lock-in, and meet global climate commitments.