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Dois funcionários legais da Nova Zelândia condenados por e-mails racistas no local de trabalho, embora não penalizados devido ao status de não-advogado e à falta de consciência da vítima.
Duas mulheres de um escritório de advocacia da Nova Zelândia foram consideradas culpadas de conduta insatisfatória por enviar e-mails racistas usando insultos raciais e um apelido depreciativo sobre um colega durante o horário de trabalho.
O comitê de padrões da Sociedade de Direito da Nova Zelândia decidiu o comportamento pouco profissional, observando o uso repetido da linguagem racial para reforçar pontos de vista negativos com base na cor da pele.
Embora não fossem advogados, eles estavam sujeitos à disciplina sob a Lei de Advogados e Transportadores.
O comitê não encontrou remorso e cooperação limitada, embora tenha decidido contra uma penalidade formal, citando a falta de conhecimento do colega e seu status de não advogado.
A decisão enfatizou que as comunicações no local de trabalho, mesmo que pessoais, podem enfrentar escrutínio profissional quando envolvem discriminação racial, e essa linguagem não se enquadra na liberdade de expressão protegida em profissões regulamentadas.
Two New Zealand legal staff convicted of racist workplace emails, though not penalized due to non-lawyer status and victim’s unawareness.