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Os EUA deportaram um requerente de asilo gay para Camarões, apesar da ordem de um juiz que a protegia da remoção para Marrocos, onde ela enfrentava perigo.
Os EUA deportaram Farah, uma mulher gay de 21 anos que fugiu do Marrocos devido à violência familiar depois que sua orientação sexual foi descoberta, para Camarões - um país onde a homossexualidade é ilegal - apesar de um juiz de imigração dos EUA conceder sua proteção de ser removida para Marrocos.
Farah, que havia sido detida por quase um ano depois de chegar à fronteira dos EUA no início de 2025, foi levada sob custódia pelo ICE três dias antes de sua audiência de libertação e voou para Camarões, onde foi detida antes de ser devolvida ao Marrocos.
Agora ela vive escondida.
Farah é uma das dezenas de migrantes deportados para países terceiros, apesar de ter proteções legais, uma prática criticada por defensores como violação do devido processo legal, da lei de imigração dos EUA e dos padrões internacionais de direitos humanos.
O governo Trump defende a política como legal sob os estatutos existentes, mas especialistas legais dizem que ela explora uma brecha para pressionar os migrantes.
The U.S. deported a gay asylum seeker to Cameroon despite a judge’s order protecting her from removal to Morocco, where she faced danger.