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O governo argentino impulsiona a reforma trabalhista, aliviando demissões, estendendo jornadas de trabalho e cortando benefícios dos trabalhadores, provocando greves e preocupações com direitos humanos.
O governo da Argentina está pressionando por uma grande reforma trabalhista sob o presidente Javier Milei, com o objetivo de aliviar as demissões, reduzir os custos do empregador, estender os dias de trabalho para 12 horas e substituir o pagamento obrigatório de horas extras por tempo compensatório.
O projeto de lei, que deve passar pelo Senado até 27 de fevereiro, modifica 200 artigos da Lei de Contrato de Trabalho de 1974, reduz o poder sindical e muda os cálculos de indenização para excluir bônus e pagamento de férias.
Críticos argumentam que foi apressado, não beneficia trabalhadores e corre o risco de aumentar a rotatividade de emprego, enquanto sindicatos e partidos da oposição condenam como uma reversão do progresso do trabalho.
Uma greve de 36 horas em todo o país liderada por Fresu atraiu violenta resposta policial, ferindo pelo menos 70 manifestantes e provocando preocupações com os direitos humanos.
A reforma faz parte de mudanças econômicas mais amplas desde que Milei assumiu o cargo em dezembro de 2023.
Argentina’s government pushes labor reform easing dismissals, extending workdays, and cutting worker benefits, sparking strikes and human rights concerns.